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Queimando páginas!


 

Sem roteiros, sem início, meio e fim. Sem manual de instrução, sem receitas, sem diário, sem mapa, sem spoilers... Assim, sem saber se é desabafo, conto ou crônica, apenas ciente que é sobre mim, como sempre foi, como seguirá sendo... Sempre MAIS ÍNTIMO!

 

É meio triste como inúmeras pessoas acreditam que amadurecimento é sobre idade, quando, na realidade, é sobre viver (é sobre vivências!). É impossível amadurecer ser encerrar ciclos, sem sair da própria bolha, sem conhecer novos lugares e novas pessoas.

 

Amadurecer é assustador porque associamos amadurecimento a velhice, e envelhecimento a morte. Não querer amadurecer significa não querer envelhecer e não querer envelhecer significa não querer morrer. Mas, trago boas notícias, amadurecimento não é sobre envelhecimento.

 

Até porque se fosse sobre envelhecer não existiria tanta gente velha por aí que não tem um pingo maturidade, nem inteligência emocional, certo? Se alguém tivesse me dito que ia me sentir tão bem aos vinte e oito, talvez, eu teria lidado melhor com a fase até os dezoito.

 

Sabia que pessoas sábias, envelhecem e permanecem sábias. Pois é, sabedoria também não é sobre idade, é sobre vivências! Queria poder dizer tantas coisas que eu sei hoje para as minhas versões anteriores. Mas, entendo a importância dos processos, de viver cada fase, cada idade, cada vivência, cada ciclo... No fim, todos são importantes.

 

P.S.: Enfim, é tudo é sobre viver... Então, viva!

(A vida é muito curta e não estou falando sobre tempo de existência, novamente, é sobre vivências).

 

DISPA-ME III: Segundas Intenções!



Estou em pé parada diante da minha cama vestida apenas com a minha toalha amarelo ouro. Não consigo escolher qual roupa usar essa noite. Coloco o vestido grafite, me admiro e desisto, ele é muito antissocial, não combina com as minhas expectativas para hoje. Opto pelo vestido preto básico, discreto, mas é o vestido na cor vinho que preenche todos os requisitos necessários. O decote V possui uma profundidade generosa, o que favorece além dos meus seios, também todas as minhas curvas. O meu reflexo no espelho torna a frase vestida para matar totalmente compreensível. Adiciono o meu sapato pump preto e dourado elevando essa produção para outra dimensão. Definitivamente, saltos deixam qualquer look casual inquestionavelmente sexy. Será que é realmente impossível acreditar que uma mulher seja capaz de si produzir para si mesma? Porque eu planejei cada mínimo detalhe, a escolha do meu batom ametista, – que atribuiu uma sensualidade na medida certa –, foi proposital, eu escolhi pensando em mim, no prazer que iria sentir ao ver o meu reflexo no espelho.


Entro no bar, procuro uma mesa com uma visão privilegiada, decido pela mesa treze, peço ao bartender a minha costumeira dose de Vodka Skyy. Começo a bebê-la tranquilamente, pequenos goles, sinto o calor enorme se apossar da minha garganta, saboreio o meu interior queimar lentamente, gosto dessa sensação de calor. Observo atentamente as pessoas ao meu redor, casais cheios de sorrisos, mulheres cercadas pelos seus grupos, não vejo nenhuma outra mulher sentada sozinha acompanhada somente pelo seu copo de bebida. Sei o quanto isso pode parecer solitário, triste e até mesmo uma atitude desesperada, uma mulher sozinha em um bar? Sim, mas diferente do que sugere a Helena Paige, às vezes quando uma garota entra em um bar ela quer apenas beber, sem ninguém para atrapalhar os seus devaneios. Está produzida e sozinha não é um código para: estou disponível, aproxime-se! Não significa querer uma aventura, ou, sexo selvagem com um desconhecido.

Peço a minha segunda dose de Skyy, mas para minha total surpresa, além da minha Vodka o bartender traz também uma dose de Uísque. Olho intrigada para a bebida durante poucos segundos e a recuso quando percebo o convite implícito, as segundas intenções contidas no sorriso cheio de si do Srº Máximo, – dei esse apelido super despretensioso ao cara da mesa ao lado –. Não o notei antes da oferta silenciosa, será que ele estava sentado durante todo esse tempo na mesa dez e eu não o vi? O bartender parece curioso, mas decide não falar nada, apenas recolhe a bebida e some novamente. Na mesa sete parece que algo realmente importante esta acontecendo, ou talvez seja o álcool saindo para dançar, consigo ouvir os gritos e as gargalhadas de todas as mulheres daquele grupo.

A visão dos eventos ao meu redor me manteve distraída por um longo tempo, pois mais uma vez sinto o meu copo esvaziar, olho decepcionada para o meu copo vazio e decido tomar só mais uma dose, afinal hoje eu estou saindo comigo mesma, e preciso comemorar essa belíssima companhia, assim como, essa maravilhosa conquista de liberdade. Já estava me preparando para pedir mais uma dose, quando subitamente aquela dose de Uísque ressurge. Recuso-a novamente, mas dessa vez não tento conter a irritação presente na minha voz, o garçom parece querer se desculpar pelo incômodo, provavelmente ele percebeu o quanto o cara insistente esta arruinando o clima da minha noite. Finalmente ele pega a bebida, e quando ela esta sendo retirada da mesa, o Srº Máximo a retira das mãos do garçom e a coloca novamente na minha frente, e sem ser convidado ele resolve sentar ao meu lado. Aparentemente convencer o macho alfa da mesa ao lado, atualmente ao meu lado, de que hoje ele não irá tirar a minha calcinha será uma tarefa mais difícil do que eu esperava. Sinto-me violada, porque caras idiotas não aceitam ser rejeitados? Será que a minha recusa foi ambígua? Perco-me nos meus próprios pensamentos...

Vários minutos depois eu retorno das minhas inquietações, e percebo que ele, o Srº Máximo, esta falando algo sobre como seria fantástico acompanhá-lo para um local mais reservado, tento entender como foi que essa não conversa tomou esse rumo, afinal, ele esta falando sozinho, desde que invadiu a minha mesa eu não abri a minha boca, gostaria de uma garrafa de vodka, porque uma dose dificilmente resolveria a minha frustração. Penso em dizer-lhe aquela velha e eficaz desculpa: Eu tenho namorado. Mas creio que seria o mesmo que dizer: Não se aproxime, eu já tenho um dono, mas se não tivesse com certeza transaria com você. Nesse ponto do diálogo, eu já estou exasperada... Respiro inúmeras vezes, quando sem perceber acabo falando com ênfase desnecessária: – Eu não irei transar com você! Porque quando eu digo não, eu quero dizer Não. Simplesmente discordo dessa história de que mulher quando diz não, na verdade quer dizer sim, isso é um mito, um péssimo costume transmitido geração após geração. Eu sou mulher e quando eu digo não, quero dizer exatamente isso. Não estou fazendo charme ou iniciando jogos, não, eu estou lhe dispensando, retire-se, por favor!

Juro que por um breve momento pensei que ele iria me agredir, a reação dele ao seu ego ferido não foi nada positiva. Primeiro ele insinuou que eu era louca por dispensar um cara como ele – como se ele fosse um cara indispensável –, logo depois disse com total convicção que eu estava bêbada. Mas eu não estava louca, muito menos bêbeda, possivelmente grogue, eu apenas não estava a fim dele naquele momento. Mesmo assim, eu deveria aceitar de bom grado as suas investidas porque é normal os homens se aproximam das mulheres sempre com segundas intenções? Não, não é normal. é inconveniente e constrangedor, além do mais eu tenho todo direito de dizer não, para quem eu quiser e quando eu quiser, é dever do outro respeitar o meu não, mesmo se ficar magoado. Afinal, rejeição não é o fim do mundo, todo mundo precisa aprender a lidar com ela.


ENCANTO II: Onde está você Romeu?


Qual o perfil do homem que eu quero? Sinceramente nunca pensei muito sobre isso não... Nunca me questionei sobre isso. Eu não sei, sempre coloquei em evidência o perfil do homem que eu não quero. Acho que chegou o momento de tentar responder.

Eu não busco um príncipe encantado, não que eu não mereça um, mas não gosto desse perfil de homem, sem personalidade que mata e morre por um amor. Não enxergo isso como romântico, na verdade tenho muito medo de gente assim, na teoria pode até ser bonitinho e romântico, mas na prática é problema puro.

Não pense que eu não sou uma pessoa romântica, tenho meus defeitos, porém não sou insensível, só não gosto de amor desmedido, insensato. Na verdade, a questão é que eu sou dramática e não suporto gente dramática, odeio gente grudenta, não falo só no quesito namorado, falo no geral, amigos, familiares, colegas, eu gosto de liberdade, isso é precioso em qualquer relação.

Na minha concepção Liberdade significa uma maneira de confiança, se você confia, você não precisa se declarar dono de ninguém, deixando a outra pessoa livre para fazer suas escolhas e viver sua vida. 

Eu ainda acredito nas coisa boas e simples da vida, sei que pareço boba por isso e realmente sou mesmo, gosto da simplicidade das coisas. Volorizo os mínimos detalhes, aqueles que so os observadores enxergam. E eu gosto de ser observada tanto quanto observo.

Diante dos meus últimos relacionamentos tenho que confessar: EU TENHO UM DEDO PODRE PARA HOMENS, sempre escolho o cara errado ou que não tem nada em comum comigo, portanto esta na hora de mudar essa história e selecionar com os olhos um possível Romeu.

Em um relacionamento eu busco acrescentar o que eu já sou e compartilhar com o outro um pouco do que eu possuo. Basicamente é isso, pra mim um relacionamento é uma troca constante, mas acredito no individualismo entre o casal. Sou contra essa questão de transformar as duas pessoas em uma só, não mesmo, eu sou uma pessoa singular e não irei me tornar parte de um todo, deixando de lado quem eu sou. Sou egoísta demais para isso.

Não sou esse tipo de garota que precisa do namorado até para fazer algo simples como respirar. Não gosto dessa ideia de precisar do outro para sobreviver, afinal antes dele eu vivia, não aceito redimir a importância da minha existência por causa de um outro alguém.

Eu valorizo um abraço acolhedor nos momentos difíceis, eu valorizo um abraço em qualquer momento, na verdade eu valorizo todos os abraços em todos os momentos. Quero um sorriso bobo em um dia lindo de sol ou em um dia de chuva, eu quero vê-lo sorrindo sempre que possível, e com os mais variados tipos de sorrisos, aquele sorriso tímido, alegre, safado, misterioso, triste, sonso, eu apoio os sorrisos em um relacionamento, na vida em geral. Espero um diálogo verdadeiro e demorado, sem meias palavras e sem meias verdades, eu preciso falar assim como amo ouvir, não quero que o dia a dia corrido transforme nossa relação em algo habitual, em uma troca normal de caricias, ou um mero desejo físico. Preciso de alguém por inteiro cheio de manias e com inúmeros defeitos dos quais me irritarei diariamente, mas que estarei disposta a amá-los sem tentar mudar nada.

Não quero migalhas de um amor que não deu certo, não quero repetições dos erros passados, não preciso de um relacionamento frustrado ou cheio de culpas, eu busco um amigo, que confiarei plenamente. Um companheiro, e quero ser uma companhia também, não quero que ele mude por mim, pois não quero mudar por ele, espero que ele se acostume com os meus defeitos, com a minha bagunça, com a minha complexidade, assim como eu pretendo amar seus defeitos da mesma forma que amarei suas qualidades. Não quero sacrifícios, quero que seja prazeroso e confortável para ambos.

Eu busco calmaria na medida, pois preciso de agitação, barulho e surpresas, não quero nada de nostálgico ou tedioso. Preciso de um parceiro, cúmplice não um crítico cruel, que odeia tudo que eu faço e que busca diariamente mudar minha essência. Não quero mudar nada, não mais, quero ser assim desse jeito todo complicado, não estou disposta a alterar uma virgula do que sou por ninguém. Se ele me amar será pelo que eu sou, e não pelo que ele me tornou, não sou fantoche ou marionete, eu tenho personalidade e opinião própria.

Não quero mudar por ninguém, como também não quero que ninguém mude nada por mim... Se for pra ser será assim, ambos cheios de imperfeições, mas cheios de interesse e determinação para fazer dar certo. Apenas duas pessoas cheias de imperfeições, dispostos a fazer dessas imperfeições um alicerce para a relação, uma ponte para a felicidade, um meio para o fim, ou melhor, uma maneira de conseguir um início.

Confesso que já fiz do amor justificativa para tudo, para os inúmeros erros, para as centenas de ligações que nunca foram atendidas e mesmo assim continuei insistindo. Já culpei o amor pelas mensagens desesperadas, pelas lágrimas desperdiçadas, e pelo tempo perdido. Não quero mais atribuir ao amor a responsabilidade dos meus fracassos. Não cabe mais em minha vida esse tipo de ilusão, essas atitudes são muito mesquinhas e em nada se parecem com o amor.

Estou disposta a fazer a coisa certa, com a pessoa certa. Não preciso de um Romeu, apenas espero um Homem maduro o suficiente para assumir o que sente e disposto a fazer dar certo, não preciso de alguém que me queira de vez em quando, não preciso FICAR com ninguém para satisfazer nada. FICAR me oprime, me deixa vazia e não me proporciona satisfação nenhuma. Eu quero mais do que uma noite apenas, isso não é suficiente para uma MULHER como eu.


Série A Mediadora: Existe vida após a morte?


Inspirada no Halloween eu resolvi indicar uma série da qual eu li e eu estou apaixonada até hoje. A mediadora da consagrada escritora Meg Cabot, ela é autora de mais de quarenta livros para jovens e adultos, muitos dos quais se tornaram best sellers, com destaque para a série O Diário da Princesa, que foi publicado em mais de 37 países, já vendeu mais de cinco milhões de exemplares por todo o mundo e deu origem a dois filmes da Disney que foram sucessos de bilheteria.

Meg Cabot e sua Gata Henrietta, de um olho só!


Meg é autentica e seus livros são muito atraentes tais como: a série A Mediadora, A garota americana, Ídolo teen, Avalon High, vários livros históricos sob um pseudônimo que ela ainda espera que sua avó nunca descubra, uma série de livros inteiramente no formato de emails (Garoto encontra garota, O garoto da casa ao lado e Todo garoto tem), um livro de mistério (Tamanho 42 não é gorda) e A rainha da fofoca, sobre uma jovem que fala demais, o que é um traço de personalidade que não se aplica à Meg em absoluto. 






Muito além de apenas mais uma série fictícia Meg Cabot, consegui surpreender a todos os leitores com mais uma historia perfeita. A mediadora Suze Simon tem 16 anos. Uma garota nada convencional, que apesar de bonita não atrai muito garotos, até ser obrigada a mudar-se para Califórnia, onde descobre que essa coisa de mediar os mortos entre os vivos não será nem se longe uma tarefa fácil.


 Encontrando em seu caminho um fantasma lindo chamado Jesse que morreu a exatamente 150 anos, pelo qual ela se apaixona, além de assassinos, um suposto vampiro, uma criança mediadora na qual ela é babá durante as férias de verão, um mediador/deslocador que pode viajar pela dimensão dos mortos, Suze tem que consolidar sua vida seus problemas e ainda ajudar e resolver os problemas dos outros. Extremamente eletrizante esta serie vale a pena ler, porém se você já leu conte-nos o que achou!

Eu passei madrugadas em claro, lendo esta serie, em uma semana acabei de ler os seis, e chorei muito no final. Era muito triste imaginar que Jesse e Suze não ficariam juntos, alias como serio possível uma garota de 16 anos ter uma vida e um relacionamento com um garoto morto, a mais de 150 anos?

Nem sempre o que parece impossível realmente é, eu aprendi isso com esta serie, aprendi que não existe limites para o amor, que a morte é apenas um estado de espirito e que quando se ama, você se submete a tudo por este amor. Dedico a todos aqueles leitores devoradores de livros como eu e que não tem medo de fantasmas, pois no livro até macumba a moda brasileira é feita.

Driblando os preconceitos e os medos ter este livro como companhia durante 7 noites inteiras, me fez ver o mundo de forma diferente e os fantasma com outros olhos. Vence seus medos e viaje nesta aventura, aliás a vida dos mortos podem ser muita agitada, só depende do mediador que eles encontrarem no caminho. Leia e me conte o que achou, caso já tenha lido fale da sua experiência nos comentários.

Um site confiável para comprar livros online é o Submarino, além do preço ser bom, mais no momento este livro não está disponível.

No Saraiva também não está disponível, porém temos o preço dos livros individualmente:

01 - A Terra das Sombras – Por R$ 37,90

02 - O Arcano Nove – Por R$ 37,90

03 – Reunião – Por R$ 37,90

04 - A Hora Mais Sombria – Por R$ 37,90

05 – Assombrado – Por R$ 37,90

06 – Crepúsculo – Por R$ 37,90

Soul Love, à noite o céu é perfeito!


Existem momentos em nossa vida em que tudo parece muito ruim e situações sem soluções aparecem cada dia mais e mais. São nesses momentos difíceis que acabamos descobrindo nossos amigos de verdade e com quem realmente podemos contar quando estamos precisando.
Foi em dos momentos mais difíceis da minha vida que por acaso acabei lendo este belíssimo livro, cuja autora é Lynda Waterhouse. Acredito que ela não é muito popular, mas sua obra é muito marcante e emocionante. Em “Soul Love, à noite o céu é perfeito!”, é contada a historia Jenna, uma garota comum e não popular, porém ela possui uma amiga Mia que é o oposto dela e um quase namorado Jackson. Juntos os três aprontam bastante na escola, coisa  que adolescentes irresponsáveis fazem quando estão entre amigos. Devido a sua irresponsabilidade Jenna acaba cometendo um delito consideravelmente grave, causando a sua expulsão do colégio. Para não trair os amigos ela acaba se responsabilizando sozinha pelo o ato irresponsável, e sendo punida com a expulsão. Como castigo sua mãe a envia para uma cidadezinha pequena e acolhedora para passar uns dias com sua tia Sarah no intuito de fazê-la confessar o que realmente aconteceu.
Após algum tempo já na cidade Jenna conhece Gabe por quem ela se apaixona, ele também gosta dela, mas o seu segredo o impede de ficarem juntos. Gabe é soro positivo e contraiu a doença quando ainda estava no útero de sua mãe, que após uma transfusão feita com um sangue contaminado pelo vírus HIV acabou transmitindo para o bebe.  Um romance não muito clássico, onde o final não termina com “um juntos para sempre”, mesmo assim este desperta uma emoção inexplicável.
Você deve estar se perguntando como este pode demonstrar emoção se o casal principal não termina junto, realmente antes de ler esta obra sempre imaginei finais felizes com as pessoas que amamos ao nosso lado, mas na vida real não é bem assim não é mesmo?! Estar junto não é estar perto e na maioria das vezes as pessoas que estão longe são as que mais amamos ou até mesmo que mais nos amam. Com este livro aprendi que o preconceito não tem lugar quando se existe amor, e quando amamos, confiamos, perdoamos e acreditamos... Afinal mesmo escuro o céu é perfeito, com todas aquelas estrelas e uma enorme lua a nos iluminar. Aconselho que vocês leiam e depois me contem o que achou... E quem já leu me diz se sentiu o mesmo!

Livros, momentos e sentimentos...


Sabe-se que o índice de leitores no Brasil vem crescendo, isso devido ao fácil acesso que os livros vêm tendo, desta forma é possível acreditar que ao invés das pessoas irem até os livros, estes estão indo até as pessoas. No entanto não adianta ler por ler algo que não lhe dá prazer ou ânimo, tem momentos que começamos uma leitura aparentemente interessante e sem nenhum motivo aparente deixamos a leitura de lado, e quando alguém comenta sobre a obra acabamos a julgando por chato e desinteressante, sei bem como esta situação é constrangedora, pois na maioria das vezes a pessoa que nos indicou fica tão entusiasmada que imagina que este mesmo entusiasmo surgira conosco.
Esta falta de interesse ou até mesmo o tédio que desencadeamos em algumas obras é devido ao momento em que estamos vivendo, não adianta ler um livro de suspense quando não é o tipo de literatura que te faz bem, para melhorar o teu relacionamento com os livros, é importante saber o que te interessa e qual o momento que você esta vivendo. Particularmente sou apta a qualquer tipo de livros, pois estes sempre tem algo a nos compartilhar, mesmo sendo baseados em fatos reais ou fictícios.
Não existe a hora certa para lermos, mas é preciso concentração nos mínimos detalhes, pois são eles que tornam a história apetitosa e diferente. Acredito que o silêncio no ambiente em que estamos lendo é importante, mais isso depende de cada leitor. Não julgue o livro pela capa, parece clichê mais fiz muito isso e posso garantir que me arrependi, pois belas capas não trazem belos sentimos ou até mesmo histórias satisfatória. A sinopse nem sempre diz tudo, mesmo quando estão bastante detalhadas, e ler o resumo não significa apreciar a obra verdadeiramente. Espero poder compartilhar com vocês um pouco do meu prazer em ler, pois um livro tem inúmeros momentos dos quais vivemos e sentimentos que desejamos compartilhar...